25 Setembro 2009

O Jeito...

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14 Setembro 2009

Aterragem

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Assim que se levanta voo para uma nova viagem a imaginação começa a trabalhar e trata de sonhar com o futuro próximo!! :)

O bom de aterrar em novas cidades é o sentimento de se ser turista, circular espantados com a novidade, tentando apanhar a dinâmica da cidade e das pessoas, perceber os seus hábitos e gostos. Cheguei de carro, pela ponte da Arrábida e apanhei um por-do-sol incrivel. Chato chato foi a indecisão: Olho para a foz ou para o trânsito?! :)
Segue-se aprender o básico da sobrevivência como podemos circular de um lado para o outro, onde morar, onde comprar comida e o que contamos fazer nas próximas horas!! :) Claro está, arranjar um mapa do porto vem sempre a calhar! :D

Vive-se a pensar no futuro próximo...e é bom! Por agora já descobri que passe quero tirar e onde o posso fazer, onde é a zona que quero alugar apartamento e vários números de telefone para marcar visitas, já estive na FEUP a tratar das papeladas, e ainda tenho que ir às compras a ver se consigo jantar hoje!! hehehe :D Era fixe...
Descobri também uns estudios numa residência universitária, mas que tb não é perto da FEUP, tem a vantagem de ser ao lado de Campanhã!
:) Já vi alguns serviços de internet, mas ainda tenho que pensar melhor o que quero! :) Descobri que há ginásio por perto :) O que também é optimo!

Logo a ver se vou ao cine @NorteShopping, aproveitar que o Rip está por cá!!

11 Setembro 2009

Mimos de ultimos dias

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Bifinhos panados estaladiços com limão....fritos na hora. Que pitéu!!!! :)

22 Agosto 2009

Vazio :)

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"Tal como o silêncio após o ruído, ou a água pura e fresca num dia quente e abafado, o Vazio limpa a mente desarrumada e recarrega as baterias da energia espiritual. No entanto, muitas pessoas têm medo do Vazio, porque lhes recorda a solidão. Parece que tem que ser tudo preenchido - as agendas, as encostas, os baldios -, mas é quando todos os espaços estão preenchidos que realmente começa a Solidão."
in "O Tao do Pooh" de Benjamin Hoff

:) Terminei hoje de ler o livro "O Tao do Pooh". Bem disposto e fácil de ler, foi uma boa leitura de férias. Fica aqui uma das várias ideias que me marcaram.

06 Agosto 2009

Monogamia: uma opção I

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Nestes últimos tempos tenho estado entretida a pensar sobre a nossa cultura monogâmica, como é que ela se estrutura, os pesos e alegrias que acarreta, os casais e as famílias que gera.

• Porque será que escolhemos ser monogâmicos?
• Porque será que tantas pessoas não conseguem sê-lo sem o tomarem como uma castração profunda?
• Porque será que tantas outras falham ao compromisso esporadicamente ou de forma continuada?

Substantivo feminino singular
mo.no.ga.mi.a

1. estado de uma pessoa que convive de forma marital exclusiva com o parceiro
2. união de um macho com uma única fêmea
3. condição do monógamo

Estamos há muitos séculos organizados em sociedade desta forma. Provavelmente por acreditarmos ser, dentro das hipóteses possíveis, a que mais felicidade nos pode trazer. Claro que também herdámos essa cultura e abraçamo-la como nossa. A Igreja teve nos últimos séculos uma influência incrível nessa referência cultural pois sempre defendeu que a monogamia propicia a integridade familiar.

Outras hipóteses estruturais possíveis seriam a já conhecida poligamia e o mais recente conceito/movimento Poliamor. O Poliamor «defende a possibilidade prática e sustentável de se estar envolvido de modo responsável em relações íntimas, profundas e eventualmente duradouras com vários parceiros simultâneamente

Eu continuo a acreditar que de todas a hipóteses estruturais, aquela que resulta melhor para a generalidade das pessoas é a monogamia. Isto porque penso que a poligamia é de fundo desequilibrada. Já o poliamor precisaria de pessoas com uma abertura de mentalidade, uma confiança em si próprias estrondosa, que não fossem ser consumidas pelos ciúmes e inseguranças, de forma a viverem felizes nessa partilha continuada. Acho que já a dois não é fácil o equilíbrio, quanto mais a 5 ou a 6...

Logo voltei à casa de partida, a Monogamia como opção. No entanto as dúvidas permanecem. Porque há tanta insatisfação? :)

E aqui acaba a inocência dos contos de fadas, dos príncipes encantados e do "viveram felizes para sempre".
Não há pessoa alguma nesta terra que vá de encontro a todas as nossas expectativas e necessidades. Podemos encontrar pessoas que amamos imenso e que acabam por corresponder a grande parte das nossas necessidades e com quem sentimos querer partilhar a nossa vida toda, porque acreditamos poder ser felizes com elas. Serem intelectualmente estimulantes ou serem meiguinhas, serem aventureiras ou serem desportistas natas, ou serem... as 500 mil coisas que eu adoraria que a outra pessoa fosse. :)

Eu acredito que acabamos por compensar nas nossas amizades as lacunas das nossas relações, de forma a nos sentirmos mais inteiros. Também ao nos dedicarmos às relações, acabamos por investir mais nas partes em comum e deixar as outras um pouco mais de lado.

No entanto quanto mais nos dedicamos à relação, a não deixar que se torne monótona, igual, desinteressante, quanto mais crescemos em intimidade, menor a probabilidade de interesses "exteriores" captarem a nossa atenção. No entanto a monogamia é uma convenção, é um compromisso. E vive-se na dança entre a curiosidade pelo novo, pelo desconhecido e o conforto e a realização da intimidade profunda conquistada.

Acho que é uma balança onde pomos de um lado o que temos construído, e do outro novidades que me estimulam. E opto todos os dias por um dos pratos:
  1. Enquanto a balança pesa evidentemente para o lado do que temos construído, vivemos tranquilos uma monogamia escolhida e sentida. Não ignorando o que existe, opto por isto, estou feliz aqui.
  2. Quando a balança mexe e fica ali no meio, pode fazer-nos duvidar, mas assumimos um compromisso que provavelmente nos ajudará a decidir o que fazer. Afinal não vou estragar uma construção com N tempo, por um interesse momentâneo e pouco conhecido. Caprichos da minha curiosidade.
  3. E ainda pode acontecer da balança pender toda para o outro lado. E quando isso acontece e nada se faz, as pessoas acabam por viver uma monogamia frustrada, onde as opções que fizeram são fardos. Muitas vezes vivem paralisadas nesse estado e não fazem nada para inverter a balança para o que era, nem optam por romper com o passado construído. E acredito que é nestas situação que nascem a grande maioria das traições.

As traições são "quebras" ao código da monogamia, onde pomos em causa a confiança que o outro depositou em nós. Podemos tentar classificar as traições em 2 grupos:
- Sem ligação afectiva:
Uma vez ou de forma continuada com diferentes pessoas.
- Com ligação afectiva:
Uma vez ou de forma continuada com a pessoa com quem existe a ligação afectiva.

Existem também pessoas com estruturas familiares monogâmicas que depois internamente resolvem que o melhor para eles casal é terem relações abertas. Uma forma de na estrutura convencional de família não abdicarem de explorar novos mundos na sua sexualidade. Isto porque acredito que esse tipo de relação abre espaço no campo sexual, mas não abdica da sua fidelidade no campo emocional. Como é que isso depois funciona na prática, só mesmo conversando com alguém que de facto tenha vivido isso para descobrir.

Tudo isto são opções diárias, umas solitárias, outras a dois. ( ou a 5 ou a 6...hehehe para os mais ousados)

Para mim o que mais me "assusta" e ao mesmo tempo delicia é saber que o nosso coração tem capacidade de amar imensa gente. De modos diferentes, é certo, mas o nosso coração é tudo menos monogâmico. As paixões, essas sim, levam tudo atrás se deixarmos e fazem-nos pensar 25h/dia na pessoa "amada". Mas as paixões não duram para sempre, o amor, a intimidade, o caminho percorrido esses sim perduram...

Comida Tailandesa

Provei e gostei muito. :D

A descrição mais "bruta" que me ocorre é uma mistura de cozinha chinesa, aqueles legumes salteados, com cozinha indiana com todos aqueles sabores frutados, deliciosos!! Um pouco apimentado, mas isso eu gosto. ;)

A voltar noutra ocasião especial! :)

04 Agosto 2009

Mundos

04 Agosto 2009 0

pick a dream, originally uploaded by Digi Butterfly.

O Sonho, um mundo.

Aqui vive-se, não só se sobrevive. Alimenta-se a alma com novos desafios. Este mundo dos sonhos é tão infinito e tão real quanto o tempo e andando de mãos dadas vão mudando em conjunto.

Vidas passam, várias!

Aqui os limites terrenos são meramente indicativos. O impossível não o é, convidando-nos a construir o nosso sonho. Os sonhos como os segredos, querem muitas vezes vir ao de cima e tornar-se realidade. E nesta dança de permissões, desejos, vontades em fatias de futuro, dá-se a escolha entre a realização e a ilusão.

Viver iludido ou realizar os sonhos?
A escolha parece óbvia quando se está mergulhada no mundo dos sonhos sem qualquer restrição. Quando se volta à realidade e se confronta o sonho com a circunstância, aí sim, começa o verdadeiro desafio e as mil danças de equilíbrio.

Que tens sonhado tu?! :)

04 Junho 2009

Disciplina

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:)

31 Maio 2009

Gratidão

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Há dias assim!

Porque há dias de sol assim.

Pessoas que cruzam o nosso olhar,
interpelando-nos com a realidade.
A deles e a nossa.

10 Maio 2009

Gota d'Água

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Não escolhi a música que dá o título ao musical de Chico Buarque e Paulo Pontes para ilustrar este post, visto ter voltado verdadeiramente fascinada com todo o espetáculo, mas muito em particular com Izabella Bicalho.

As luzes e as cores do espetáculo estavam muito boas! Mesmo. Da roupa à simplicidade do cenário que funciona na perfeição, tudo joga com muita inteligência.
Joana - de preto - começa invisível e termina absorvendo qualquer outra cor, que pudesse ter expressão em palco. A música "Gota d'Água" começa num sambinha ligeiro que faz o maior sucesso na rádio e termina cantado com todo o sentimento e drama com que pôde ser abraçada.

A peça é pesada mas cheia de vida, alegrias, tristezas e desesperos. Gostei mais do que da Ópera do Malandro. Não da ópera em si, mas do todo! :)

30 Abril 2009

Feira do Livro :: Escrita Criativa

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Começa hoje a 79ª Feira do Livro de Lisboa! A feira terá lugar como habitualmente no Parque Eduardo VII de 30 de Abril a 17 de Maio!

Os Horários são os seguintes:
  • 2ª a 5ª Feira - Das 12h30 às 20h30
  • 6ª e véspera de feriados - Das 12h30 às 23h00S
  • Sábados - Das 11h00 às 23h00
  • Domingo - Das 11h00 às 22h00
Queria deixar-vos a sugestão de um Workshop de Escrita Criativa no espaço da Porto Editora, a participação é gratuita. Será no próximo sábado, 2 de Maio, às 21h30. A inscrição pode ser feita no Espaço da Porto Editora, na Feira.

Outros cursos de escrita critativa podem ser encontrados na Companhia do Eu, fica nas Picoas, pertinho da maternidade Alfredo da Costa. :D Divirtam-se, boa escrita!

NOTA: Qualquer alteração ao horário do WK será avisadano blog http://escritacriativa.portoeditora.pt/.

28 Abril 2009

Aproveitem!

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26 Abril 2009

Festival IndieLisboa

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Já começou o Festival IndieLisboa'09. É uma excelente oportunidade para olharmos para o nosso mundo, senti-lo mais real, mais vivo. :) Fica a lembrança. Eu vou agora passar os olhos pelo cartaz!

18 Abril 2009

Para os bichos de livros!!

18 Abril 2009 0
Deixo-vos a sugestão do site bookworms!:) É português e em português.

Fica também a lembrança da festa do livro de 16 de Abril a 6 de Maio: Sempre dá para comprar mais uns livros!! :)

16 Abril 2009

Teatro

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La Omisión de la familia Colemani

Já há algum tempo fui ver esta peça ao CCB. Eu adoro ir ao teatro, estava bastante entusiasmada. Não fazia a mínima ideia ao que ia, bilhetes ganhos de última hora são muitas vezes agradáveis surpresas, desta..... não correu tão bem. ehhehe :)

A peça retratava uma família argentina disfuncional. Para além de passarem por uma situação económica difícil, a mãe era extremamente infantil, e acabava por ser a avó quem mantinha aquela familia unida mesmo no meio do caos, 4 filhos e seus problemas. Personagens tipo, de familias disfuncionais, nada muito dificil de imaginar.
Presumo q a ideia do encenador fosse pôr-nos a pensar nalgumas das questões que fala:
“Tudo o que eu poderia ser e fazer se não estivesse aqui?”
“Poderia alguma vez não estar aqui?”

“Quem sou fora desta casa e desta família?”
CLAUDIO TOLCACCHIR
Contudo, as discussões, berros e barulho eram tantos, que eu não conseguia pensar em mais nada se não na hora de me ir embora. Acho que esta foi a 1ª vez que equacionei a hipotese de sair a meio de uma peça de teatro.

Chego à conclusão que o que me incomodou mesmo foi o barulho, o cansaço, o peso do desentendimento.
 
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